<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6856352274553077913</id><updated>2011-08-09T19:54:48.167-07:00</updated><title type='text'>Days of open hand</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://slowlyintowater.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6856352274553077913/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://slowlyintowater.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marcelo L. 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Diniz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02062560718106477220</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6856352274553077913.post-8380970491339625475</id><published>2008-07-11T20:46:00.000-07:00</published><updated>2008-07-11T22:59:27.389-07:00</updated><title type='text'>In all you raging glory...</title><content type='html'>Uma olhada em volta, uma procurada cá e lá fazem aparecer a diferença: quase não há mais músicas para ouvir aqui. O texto, a &lt;em&gt;confissão&lt;/em&gt; está no fim, e é justo traçar isto com a minha vida que, afinal, nunca passou de texto e música. In a simple twist of fate, eu agora fico pela metade quando estou aqui, nesta cidade, que já não tem mais espaço para minhas velhas músicas e poucas ilusões.&lt;br /&gt;(Taí uma coisa que me incomoda - falar em pessoas tendo ilusões. Mas não consigo pensar num termo melhor para definir este estado em que ficamos espacialmente dispersos, quase inertes, enquanto as músicas começam a ser reconhecidas à volta, os assuntos se embaralham e pessoas há tanto tempo desaparecidas reaparecem por um breve instante).&lt;br /&gt;Há restos de mim espalhados por todo o lugar, aquelas digitais espectrais que ficam registradas nas coisas, nos lugares e que se manifestam com um olhar ou uma palavra musical. É incrivelmente solitário falar nisso aqui, porque tenho a incômoda sensação de que não terei outro lugar onde eu possa olhar em volta e sentir que tudo está no seu devido lugar; acho que essa impressão é muito pela idade, e muito mais pelas escolhas, claro. (Muito embora seja difícil falar em escolhas quando tudo pareceu tão natural, até mesmo óbvio - e é completamente estúpido pensar se havia realmente alguma escolha. Especialmente porque escolhas só se revelam como tal quando já foram feitas e deixaram de ser escolhas). Tenho estado aqui cada vez menos, e cada vez que venho alguma coisa é apagada, retirada, levada para outro lugar; ou assume um aspecto incômodo de mofo. O que antes era feito com tanta dedicação, tanto esmero torna-se (não de repente, lentamente) mecanicamente sem consequências - leva exatamente aonde deveria levar, sem ilusões espaciais, sem ser mais do que estritamente deveria.&lt;br /&gt;As digitais fantasmagóricas também aparecem cada vez menos, porque há muito menos lugares onde deixá-las - quando o "menos" indica intensidade. Lugares - um espaço, aqui dentro - em que vidas paralelas são vividas aos pedaços, descontinuamente, todas ao mesmo tempo. Ou melhor, restos de vidas, vestígios de vidas, em que cada vez é mais difícil que uma apareça em toda a sua glória. De consolo, a preocupação antiga, antiga de coerências e sentidos, de continuidades e páginas completas, esta foi deixada de lado. Não se pode banir todos os mistérios de sua vida por uma operação tão,tão...&lt;br /&gt;O reconforto - necessário para que se possa prosseguir, mesmo que os caminhos só levem para outras dispersões - está aqui, neste processo que não é só escrita, mas também é encontrar alguns sinais (smiled at your funny little ways, the measure of my dreams, never knowing out what it means), neste momento em que a parada é mais importante do que o que está à frente. Para juntar pedaços? Não,não, mais para que ainda existam sinais, uma vez que eles saem do mesmo lugar onde chegam, embora passem por muitas, muitas pessoas - às vezes até mesmo trazem algumas consigo, mesmo que seja para dar algum sentido de unidade a toda esta dispersão, a todos estes vestígios.&lt;br /&gt;O momento passou, o nunca-saber e os funny little ways ainda estão aqui.&lt;br /&gt;Boa noite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6856352274553077913-8380970491339625475?l=slowlyintowater.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://slowlyintowater.blogspot.com/feeds/8380970491339625475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6856352274553077913&amp;postID=8380970491339625475' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6856352274553077913/posts/default/8380970491339625475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6856352274553077913/posts/default/8380970491339625475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://slowlyintowater.blogspot.com/2008/07/in-all-you-raging-glory.html' title='In all you raging glory...'/><author><name>Marcelo L. Diniz</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02062560718106477220</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
